{"id":125,"date":"2025-02-28T00:11:43","date_gmt":"2025-02-28T00:11:43","guid":{"rendered":"https:\/\/regressoacasa.pt\/?p=125"},"modified":"2025-12-23T00:25:10","modified_gmt":"2025-12-23T00:25:10","slug":"eles-nao-precisam-de-muito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/regressoacasa.pt\/?p=125","title":{"rendered":"Eles n\u00e3o precisam de muito"},"content":{"rendered":"\n<p>Um dos maiores desafios dos Pais \u00e9 o controlo da ansiedade. Quando n\u00f3s est\u00e1vamos &#8220;gr\u00e1vidos&#8221;, pela primeira vez, dei por mim, variadas vezes, a tentar erradicar a ansiedade que sentia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0quele fr\u00e1gil ser e para o qual sentia uma tremenda responsabilidade. O truque est\u00e1 em conseguir baixar os n\u00edveis. N\u00e3o vale a pena querer mais do que isso. Pensem comigo\u2026 n\u00e3o acham estranho voltarem a achar piada \u00e0 segunda-feira de manh\u00e3 e ao facto de irem trabalhar? Na verdade, passa a ser \u00e0 segunda que iniciamos o nosso descanso semanal. Mas tamb\u00e9m experimentamos um al\u00edvio dessa tens\u00e3o provocada pela ansiedade.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Coitadas das m\u00e3es!&#8221;, que t\u00eam o desafio gigantesco de tentar desconectar de-vez-em-quando com aquele beb\u00e9, oferecem a segunda melhor prenda do parceiro\u2026 um sorriso enorme de boas-vindas \u00e0quele outro adulto que agora vai rend\u00ea-la neste sentimento de exaust\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Na verdade, nunca vi a minha mulher querer tanto assistir a mais um epis\u00f3dio da sua novela mexicana, onde, depois de 100 epis\u00f3dios, o enredo ainda se encontra onde o deix\u00e1mos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os primeiros anos de vida<\/strong>&nbsp;s\u00e3o mesmo muito cruciais para todos e por variad\u00edssimas raz\u00f5es. N\u00e3o me vou alongar com as quest\u00f5es dos adultos, ou dos irm\u00e3os mais velhos. Vamos falar do beb\u00e9 que acabou de nascer.<\/p>\n\n\n\n<p>Parece-me que salta \u00e0 vista o simples facto de tudo no beb\u00e9 crescer a um ritmo assustador. Mas h\u00e1 uma parte do seu corpo a que devemos dar ainda mais aten\u00e7\u00e3o. O seu c\u00e9rebro. Sabiam que ao nascer, o c\u00e9rebro de um beb\u00e9 cont\u00e9m 100 mil milh\u00f5es de neur\u00f3nios? Este \u00e9 o n\u00famero de estrelas que existe em toda a via l\u00e1ctea? Aos 3 anos de idade o seu c\u00e9rebro \u00e9 j\u00e1 do tamanho de 80% do c\u00e9rebro de um adulto. E n\u00e3o me parece que este crescimento todo se opere apenas do lado biol\u00f3gico.&nbsp;<strong>O lado cognitivo est\u00e1 em franca ebuli\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Poder\u00edamos pensar que nestes primeiros meses de vida o beb\u00e9 s\u00f3 come, faz coc\u00f3, chora e dorme. Mas os estudos demonstram que n\u00e3o \u00e9 mesmo nada assim. S\u00e3o aut\u00eanticas esponjas de aprendizagem e tudo em seu redor j\u00e1 est\u00e1 a ser absorvido, analisado e retido. E \u00e9 por isso que se diz que&nbsp;<strong>os pais s\u00e3o os arquitectos dos seus c\u00e9rebros<\/strong>. A cada segundo que passa, um novo crescimento ocorre. S\u00e3o novas conex\u00f5es entre neur\u00f3nios que se formam, em resposta ao ambiente e aos est\u00edmulos que nele habitam e que rodeiam o beb\u00e9. Atrav\u00e9s dessa estimula\u00e7\u00e3o sensorial (todos os sentidos est\u00e3o a ser recrutados em carga m\u00e1xima) ajudamos a que essas conex\u00f5es neuronais se tornem mais fortes e em maior n\u00famero.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao contr\u00e1rio dos outros \u00f3rg\u00e3os, que j\u00e1 nascem maduros, o c\u00e9rebro de um beb\u00e9 precisa de qualidade nas interac\u00e7\u00f5es com os seus cuidadores prim\u00e1rios. Este \u00e9 um dos principais factores que influenciam o desenvolvimento da rede neuronal. Ou seja, o desenvolvimento do seu c\u00e9rebro. Ainda dentro da barriga, o beb\u00e9 j\u00e1 est\u00e1 em desenvolvimento afetivo. As conversas que se t\u00eam, as m\u00fasicas que se lhe dedicam, a qualidade do ambiente familiar em que se vive, tudo, mas tudo, j\u00e1 est\u00e1 a entrar na sua vida, no seu quotidiano e no seu crescimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas apesar do que se diz, e das longas discuss\u00f5es que se tem \u00e0 volta do tema &#8220;tudo \u00e9 importante na vida do beb\u00e9\/crian\u00e7a&#8221;, gosto desta ideia mais tranquila de pensar: &#8220;<strong>que afinal tudo se pode resumir a um punhado de coisas<\/strong>&#8220;. E quando um assunto importante se resume a um punhado de coisas, n\u00f3s j\u00e1 nos consideramos suficientes para lidar com ele. Gosto de diminuir os desafios para tamanhos mais adequados \u00e0 minha estatura. Para que n\u00e3o perca a coragem de os enfrentar. Se \u00e9 fazer batota? Um pouco. Mas muitas das nossas mais brilhantes conquistas, foram sendo realizadas aos poucos. Passo a passo. Sem que a ansiedade tomasse conta de n\u00f3s. E depois, olhamos para tr\u00e1s e at\u00e9 parece que estamos a contemplar a jornada de uma outra pessoa.<\/p>\n\n\n\n<p>Na parentalidade, como na vida, \u00e9 a mesma coisa. Gosto de manter a ansiedade e todos os seus primos, bem controlados e sempre debaixo de olho. Se isto tudo j\u00e1 \u00e9 um enorme desafio, ent\u00e3o n\u00e3o vou querer estar diminu\u00eddo para o enfrentar. Mas n\u00e3o retiro a import\u00e2ncia \u00e0s coisas. Apenas as coloco no seu lugar, n\u00e3o lhes emprestando um tamanho e uma agressividade que n\u00e3o t\u00eam. E \u00e9 por isso que gosto de pensar que me realizo como pai se me preocupar apenas com&nbsp;<strong>cinco coisas<\/strong>. Mas sim, s\u00e3o cinco coisas muito importantes para o beb\u00e9, na medida em que o seu edif\u00edcio cognitivo e afetivo vai-se construindo e os pais s\u00e3o a sua mais importante paisagem. S\u00e3o os principais co-escritores do que \u00e9 o in\u00edcio de uma grande hist\u00f3ria de aventuras, que s\u00f3 eles v\u00e3o poder contar em toda a sua grandeza. \u00c9 a vida de um beb\u00e9, que depois vira crian\u00e7a, que depois vira adolescente, que depois vira adulto\u2026 e que nada disto se repete \u00e0 passagem do tempo.<\/p>\n\n\n\n<p>E ent\u00e3o quais s\u00e3o essas cinco coisas principais:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conectar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Devemos construir uma conex\u00e3o com o beb\u00e9. Somos seres que precisam, pelo menos, de estar conectados com os da sua esp\u00e9cie. Somos tamb\u00e9m a esp\u00e9cie animal com o maior per\u00edodo de parentalidade at\u00e9 \u00e0 idade adulta. Precisamos de uma liga\u00e7\u00e3o entre pessoas e n\u00e3o estamos a falar de umas pessoas quaisquer. E esta satisfa\u00e7\u00e3o do beb\u00e9 n\u00e3o ficar\u00e1 suficiente, ou completa, enquanto for apenas estabelecida com a m\u00e3e. Pai e irm\u00e3os s\u00e3o essenciais para que o beb\u00e9 se sinta equilibrado. N\u00e3o digo que seja obrigat\u00f3rio que existam dois seres adultos que desempenham a fun\u00e7\u00e3o parental. O que digo \u00e9 que o beb\u00e9 precisa de se conectar com todos os que habitam o seu Lar. Se \u00e9 apenas um, que seja. Se s\u00e3o 5, por viver com os av\u00f3s, que seja tamb\u00e9m. Porque a necessidade de conex\u00e3o s\u00f3 \u00e9 satisfeita com a paisagem humana que exista. Ningu\u00e9m pode ficar de fora, mostrando dist\u00e2ncia com aquele inexperiente ser, que \u00e9 o beb\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<p>A rejei\u00e7\u00e3o, ou a distra\u00e7\u00e3o completa, por parte de um dos membros da fam\u00edlia, bastar\u00e1 para que o beb\u00e9 nutra um sentimento de algum abandono. Estamos a falar de tempo de qualidade. De disponibilidade emocional para o beb\u00e9. De intimidade com este ser. Se, por exemplo, o pai estiver apenas com o beb\u00e9 aquando dos momentos de constante rebuli\u00e7o, visitas de fam\u00edlia, caminho para escola, em suma, em ambiente de confus\u00e3o, barulho e aus\u00eancia de proximidade a dois, o beb\u00e9 vai assumir que aquela pessoa, t\u00e3o importante na sua vida, o rejeita por alguma raz\u00e3o que desconhece. E \u00e9 por isso que a m\u00e3e, que naturalmente est\u00e1 nestes primeiros meses quase 24 horas conectada, crie ou deixe criar espa\u00e7o para que todos os de l\u00e1 de casa possam experimentar esta conex\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conversar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A nossa tend\u00eancia, como adultos, \u00e9 aborrecermo-nos com os mon\u00f3logos. Ningu\u00e9m aguenta muito tempo a falar &#8220;para o boneco&#8221;. Precisamos de intera\u00e7\u00e3o. Precisamos que nos respondam, que nos confirmem as nossas ideias. Precisamos que nos entreguem linguagem corporal de rea\u00e7\u00e3o ao que acabamos de dizer. Os nossos sentidos precisam que os outros, que nos ouvem, emitam sons, para continuarmos a validar se a rela\u00e7\u00e3o que estamos a ter com aquela pessoa, \u00e9 segura. Se \u00e9 prazerosa para ambos. Se estamos a construir alguma coisa em conjunto.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 verdade que n\u00e3o existem, ainda, muitas rea\u00e7\u00f5es poss\u00edveis por parte do nosso beb\u00e9. Eu diria, ainda n\u00e3o \u00e9 complexa para aquilo a que n\u00f3s estamos habituados como uma conversa elaborada e engrandecedora. Mas \u00e9 normal assistir aos relatos de pais que, com o passar do tempo, conseguem interpretar cada min\u00fasculo movimento facial do beb\u00e9. Cada movimento mais brusco ou acelerado dos bra\u00e7os e pernas. O beb\u00e9 est\u00e1 a comunicar. Est\u00e1 a devolver rea\u00e7\u00f5es \u00e0quilo que estamos a dizer ou a fazer. A intera\u00e7\u00e3o j\u00e1 acontece.<\/p>\n\n\n\n<p>Os sons, mas em especial a nossa voz, s\u00e3o muito importantes para o beb\u00e9. Ali\u00e1s, \u00e9 exatamente esta voz que ele recorda, e agora o tranquiliza, desde os tempos em que ainda era estagi\u00e1rio na barriga da m\u00e3e. Conversar \u00e9 uma das formas mais potentes de estabelecer a tal conex\u00e3o. A nossa voz come\u00e7a por ser um dos seus maiores pontos de interesse. N\u00e3o apenas porque \u00e9 um processo de aprendizagem de linguagem, mas, e acima de tudo, uma conex\u00e3o com a vibra\u00e7\u00e3o das vozes que j\u00e1 decorou e que o fazem sentir-se seguro. A voz das suas pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Brincar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o as brincadeiras que permitem simular o mundo. A vida. S\u00e3o as brincadeiras que permitem estabelecer limites. Tamb\u00e9m s\u00e3o as brincadeiras que nos permitem vincar os limites do que \u00e9 real e do que \u00e9 um mundo ficcionado. Onde podemos fingir que voamos. Onde um pai passa a ser o filho e, com isso, demonstrar o que poder\u00e1 ser o comportamento de um filho, aceite pelos dois. Brincar, \u00e9 um assunto muito s\u00e9rio, j\u00e1 diz o Prof. Carlos Neto.<\/p>\n\n\n\n<p>E \u00e9 no desenvolvimento da brincadeira que o sonho se insere. Sonhar \u00e9 uma das mais maravilhosas capacidades do ser humano. E n\u00e3o estou a falar de sonhar enquanto dormimos. Gosto muito de dizer: &#8220;<strong>Quando eu era crian\u00e7a, parava de sonhar quando me deitava<\/strong>&#8220;. Este sonhar acordado, confabulando todo o tipo de possibilidade, faz com que se viva numa realidade aumentada. Porque o sonho \u00e9 o desejo de se viver a vida, n\u00e3o como ela \u00e9, mas como n\u00f3s queremos que ela seja para n\u00f3s. Sonhar \u00e9 negar a realidade, sabendo os limites dessa aud\u00e1cia e ficando de cora\u00e7\u00e3o aumentado nesta capacidade que temos de ajeitar a vida, colocando-a ao nosso jeito. Invent\u00e1-la.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o me canso de dizer que o Lar \u00e9 t\u00e3o somente a sua principal paisagem. Humana e n\u00e3o s\u00f3, \u00e9 no Lar que tudo, nestas idades, se ensaia pela primeira vez. Desde a seguran\u00e7a de que precisam sentir, aos desafios de que precisam enfrentar. O Lar \u00e9 a rede dos nossos primeiros ensaios do circo da vida. S\u00f3 arriscamos fazer novas coisas se sentirmos alguma seguran\u00e7a a rodear-nos. E, por contraponto, os nossos receios falar\u00e3o mais alto, se o que arriscamos se apresenta maior do que n\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<p>Um Lar saud\u00e1vel (sendo que saud\u00e1vel ser\u00e1 um lar que promove uma din\u00e2mica onde todos sintam que podem ser aquilo para que foram &#8220;desenhados&#8221; ser), promove esse palco onde nos sentimos confort\u00e1veis para ensaiar tudo aquilo que ainda n\u00e3o experimentamos. A nossa evolu\u00e7\u00e3o cognitiva baseia-se muito na experimenta\u00e7\u00e3o. Mas reduzimos o n\u00famero das coisas que queremos fazer, sempre que o risco n\u00e3o compensa. Mesmo mais crescidos, se uma humilha\u00e7\u00e3o est\u00e1 no campo das possibilidades para o que ensaiamos fazer, ent\u00e3o n\u00e3o corremos esse risco.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Comunidade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 falei que o Lar \u00e9 a nossa principal paisagem. Mas o crescimento pressup\u00f5e diversidade. E ningu\u00e9m estar\u00e1 a crescer completamente no seu potencial se estiver exposto a uma \u00fanica paisagem. A diversidade \u00e9 quase uma lei universal da vida. Todos n\u00f3s precisamos de um g\u00e9nero de cabaz com v\u00e1rias coisas. E, para al\u00e9m de estarmos perante cabazes \u00fanicos, cada cabaz vai evoluindo ao longo do tempo. Vamos tirando umas coisas e colocando l\u00e1 outras. Deixamos de querer uma coisa, ou porque j\u00e1 estamos satisfeitos ou porque j\u00e1 n\u00e3o faz sentido quer\u00ea-la. Mas, apesar de ser universal a presen\u00e7a deste cabaz nas nossas vidas, o nosso n\u00e3o se compara a nenhum outro. E essas coisas de que precisamos a cada momento, v\u00e3o sendo nutridas por variadas experi\u00eancias, pessoas e paisagens. Precisamos dessa diversidade para nos sentirmos saciados.<\/p>\n\n\n\n<p>E \u00e9 por isso que o Lar \u00e9 insuficiente, apesar de muito importante. E \u00e9 por isso que n\u00f3s queremos mundo. E \u00e9 por isso que um Lar saud\u00e1vel \u00e9 aquele que se deixa visitar por outros lares e visita outros lares. Essa diversidade pertence a este mundo equilibrado da educa\u00e7\u00e3o. Da parentalidade. A crian\u00e7a precisa muito de ir buscar essas outras coisas que n\u00e3o vivem neste lugar restrito. A comunidade, no in\u00edcio ainda pequena, \u00e9 a representa\u00e7\u00e3o de um mundo desconhecido. A necessidade de a crian\u00e7a perceber que existem tantos outros seres, iguais a si nas suas inseguran\u00e7as, vontades e din\u00e2micas. Outros seres que tamb\u00e9m t\u00eam fam\u00edlia. Tamb\u00e9m eles com amor para dar, ainda que sejam perfeitos desconhecidos. Uma ideia da exist\u00eancia de afetos e de indiferen\u00e7as que comparam com o que temos garantido no nosso Lar.<\/p>\n\n\n\n<p>E para terminar deixo um voto de confian\u00e7a para a gera\u00e7\u00e3o de Pais que agora se iniciam nestas andan\u00e7as. Olhem-se com as imperfei\u00e7\u00f5es que t\u00eam. Que todos temos. Mas tendo sempre presente que&nbsp;<strong>nenhum outro ser pode ocupar esse lugar<\/strong>&nbsp;que est\u00e3o prestes a ter. Lembrem-se\u2026 os nossos filhos n\u00e3o precisam assim de tanta coisa. Escolham as vossas cinco coisas mais importantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Sonhem-se her\u00f3is desta linda hist\u00f3ria e &#8220;arranquem!&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Vai correr bem. Afinal, s\u00e3o s\u00f3 cinco coisas.<\/p>\n\n\n\n<p>Sejam atentos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um dos maiores desafios dos Pais \u00e9 o controlo da ansiedade. 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