{"id":177,"date":"2026-05-15T20:01:59","date_gmt":"2026-05-15T20:01:59","guid":{"rendered":"https:\/\/regressoacasa.pt\/?p=177"},"modified":"2026-05-22T20:04:55","modified_gmt":"2026-05-22T20:04:55","slug":"o-desafio-de-ser-irma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/regressoacasa.pt\/?p=177","title":{"rendered":"O desafio de ser irm\u00e3"},"content":{"rendered":"J\u00e1 estou fartinho de evangelizar esta ideia sobre a profunda diferen\u00e7a entre a Paternidade e a Parentalidade. E parece que nunca ser\u00e3o as vezes suficientes para que as pessoas acabem por mudar e eduquem os seus filhos neste novo sentido que quero defender. \u201cMas para qu\u00ea mudar se \u00e9 apenas uma quest\u00e3o de lingu\u00edstica?\u201d, poder\u00e3o dizer!<br \/><br \/>Como v\u00e3o perceber n\u00e3o \u00e9 apenas lingu\u00edstica, vocabul\u00e1rio, discurso, ou outras que tais. As palavras carregam significado, que, sem darmos por isso, entranham-se na nossa forma de pensar e sentir. Por isso, \u00e9 muito importante que se acertem as agulhas para que tenhamos cada vez mais crian\u00e7as sa\u00eddas de Pais esclarecidos. Estes sim, j\u00e1 v\u00e3o ser adultos e futuros Pais imersos de uma nova postura. A esperan\u00e7a de viverem a partir de uma melhor parentalidade, para que tenhamos seres humanos melhores. <br \/><br \/>Comecemos pelo princ\u00edpio. A paternidade \u00e9 mesmo o in\u00edcio de tudo. Mas essa condi\u00e7\u00e3o dura muito pouco. Vejamos. Certos orgulhos de se ter filhos est\u00e3o encravados naquilo que se herdou da nossa ancestralidade. Da cultura da nossa fam\u00edlia. De uma certa forma subliminar de se ser e de se estar na vida. Um legado que conv\u00e9m perpetuar\u2026 tudo frases dos tais \u201corgulhosos\u201d de serem Pais. Mas, e se o que se quer perpetuar n\u00e3o presta, veio cheio de erros ao n\u00edvel da express\u00e3o emocional e educacional?<br \/><br \/>A paternidade arrasta este conceito de posse. \u201cTu \u00e9s meu filho tens de me respeitar. Tens de ouvir o(a) teu pai(tua m\u00e3e)!\u201d<br \/><br \/>Apesar dos desafios actuais ao n\u00edvel da fertilidade humana, ser Pai ainda \u00e9 relativamente f\u00e1cil. N\u00e3o porque a quest\u00e3o da fertilidade n\u00e3o seja cr\u00edtica, e podemos agradecer ao ser humano por isso, mas pela simples raz\u00e3o de que tudo tende a correr bem depois da fecunda\u00e7\u00e3o se efectivar. A Paternidade \u00e9 f\u00e1cil porque segue um Protocolo Biol\u00f3gico, patrocinado pela Natureza. Quero acreditar que um dos segredos mais bem guardados na natureza seja este mesmo: Duas pessoas juntaram-se e quiseram ter um filho. Fizeram sexo ou amor, escolham, e agora: saiam da frente e deixem a natureza fazer o seu trabalho.<br \/><br \/>J\u00e1 na Parentalidade, o Protocolo que \u00e9 activado \u00e9 o do Ser Humano. E esse, aparentemente, n\u00e3o vem escrito em lado algum. Entende-se porqu\u00ea\u2026 \u00e9 que at\u00e9 agora n\u00e3o existem quaisquer consensos sobre como deveria ser esse Protocolo. Ainda se torna mais complicado, quando cada vez somos mais \u00fanicos e por isso, deu-se uma certa privatiza\u00e7\u00e3o da raz\u00e3o de cada um. \u00c9 urgente encontrar algumas regras universais para que o Protocolo para a Parentalidade, o do Ser Humano, possa servir para alguma coisa. <br \/><br \/>Estes dois factos, que passo a mencionar, acrescentam uma enorme dificuldade para  a constru\u00e7\u00e3o desse hipot\u00e9tico Protocolo: Um, n\u00e3o vimos com instru\u00e7\u00f5es sobre ser Pai, que seriam reveladas aquando da nossa passagem a adultos; Dois, e os beb\u00e9s, tamb\u00e9m eles, n\u00e3o v\u00eam com instru\u00e7\u00f5es acopladas, para que as possamos ler. <br \/><br \/>E \u00e9 desta forma singela que levamos o maior estalo (de m\u00e3o bem aberta e os dedos cheios de an\u00e9is com caveiras) da nossa vida. O estalo da Paternidade, o do Protocolo Biol\u00f3gico, que na sua \u00faltima instru\u00e7\u00e3o, reza assim: \u201cj\u00e1 fiz a minha parte e correu tudo bem. Agora v\u00ea l\u00e1 se me consegues igualar!\u201d. E n\u00f3s, a tremer das pernas, l\u00e1 seguimos sem aceitarmos muito bem este desafio. <br \/><br \/>Mas vou equilibrar um poucos as coisas para o lado da Parentalidade. Aquele que \u00e9 da responsabilidade do Ser Humano. \u00c9 que o Protocolo Biol\u00f3gico tem estado a ser melhorado e refinado ao longo dos mil\u00e9nios e concentra-se apenas nos 9 meses de vida. J\u00e1 o Protocolo do Ser Humano tem variado constantemente e os ensinamentos entre Pais n\u00e3o t\u00eam circulado da melhor forma que se poderia desejar. Vai nos valendo algumas investiga\u00e7\u00f5es recentes (menos de 200 anos) sobre a import\u00e2ncia da parentalidade. Agora pensem comigo, onde \u00e9 que N\u00f3s t\u00ednhamos a cabe\u00e7a para s\u00f3 agora termos chegado l\u00e1?! E n\u00e3o me respondam que a t\u00ednhamos no meio das pernas de outrem. Isso \u00e9 baixar muito o n\u00edvel deste texto, mas acho piada \u00e0 maneira como est\u00e3o a pensar. (risos)<br \/><br \/>A execu\u00e7\u00e3o do Protocolo do Ser Humano, vulgo, parentalidade, estende-se por d\u00e9cadas. Somos a esp\u00e9cie a viver no Planeta com maior per\u00edodo de cuidados parentais iniciais. Nenhuma outra esp\u00e9cie est\u00e1 este tempo todo para concluir que a cria\/filho j\u00e1 se encontra com todos os ensinamentos e apto a sobreviver \u00e0 vida l\u00e1 fora. O que n\u00e3o prev\u00edamos \u00e9 que a \u201cvida l\u00e1 fora\u201d tem-se tornado cada vez mais complexa, colecionando incont\u00e1veis riscos. Estimo, por isso, que a idade a que um jovem adulto estar\u00e1 em condi\u00e7\u00f5es de sair de casa dos seus Pais, aumente para uns crescentes e incomport\u00e1veis n\u00fameros.<br \/><br \/>Parentalidade \u00e9 O desafio mais dif\u00edcil que alguma vez vamos encontrar ao longo da nossa vida. Mas tamb\u00e9m o mais compensador.<br \/><br \/>Mas a idade artificialmente alta (culpem o modo de vida actual) a que os filhos abandonam a casa dos pais est\u00e1 a trazer muito mais desafios \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e ao conv\u00edvio entre Pais e Filhos. Vejamos: um jovem adulto j\u00e1 quer expressar a sua independ\u00eancia na forma de pensar, viver, estilo de vida, entre outras. Estando ainda em casa dos pais, ainda que j\u00e1 se encontre a trabalhar, as regras que existem naquela casa acabam por n\u00e3o ter mudado assim tanto. E os donos das regras continuam os mesmos, desde aquele primeiro dia, em que s\u00f3 trocavam fraldas, alimentavam, vestiam e andavam com eles ao colo. Mas o filho, agora j\u00e1 com o seu emprego, mudou bastante, e o seu pensamento, por se encontrar em conviv\u00eancia com outras realidades s\u00f3 para adultos, est\u00e1-se a transmutar. <br \/><br \/>E \u00e9 desta forma natural que todos nos encontramos, em certo momento da nossa vida, numa rela\u00e7\u00e3o de stress entre pais e filhos. Por esta altura da rela\u00e7\u00e3o, tudo, ou quase tudo, \u00e9 anti natura. Pais e filhos j\u00e1 n\u00e3o se encontram na fase da educa\u00e7\u00e3o. Da Parentalidade. A rela\u00e7\u00e3o veio agora, novamente, para a Paternidade. Apenas isso. Ambos sabem de onde v\u00eam. E \u00e9 agora o momento de os filhos clamarem pela sua vez. Mostrarem do que s\u00e3o capazes. Sem a sombra da Parentalidade. E tudo o que se intrometa no curso normal da vida &#8211; fase de adulto, \u00e9 vista \u00e0 lupa da hostilidade.<br \/><br \/>J\u00e1 perceberam?! A Parentalidade \u00e9 o que verdadeiramente nos liga nos valores entre seres humanos. Sem imposi\u00e7\u00e3o. Uma Parentalidade saud\u00e1vel \u00e9 aquela que cria condi\u00e7\u00f5es para que todos se executem, da melhor maneira, nas v\u00e1rias fases em que cruzam as suas vidas. Somos todos tempor\u00e1rios uns nos outros. E o que se torna mais dif\u00edcil na vida \u00e9 sabermos ser na exata medida do que o outro precisa, revelando o amor incondicional que \u00e9 suposto suportar as rela\u00e7\u00f5es entre pais e filhos. Teoricamente seria muito f\u00e1cil: eu crio o meu filho ensinando-o a ser a pessoa que no futuro me vai amar, respeitar e tratar bem. E j\u00e1 agora, fazer o mesmo com os seus filhos, meus netos. Mas n\u00e3o!<br \/><br \/>Existe sempre este flagrante exemplo que cala a boca dos \u201cpuristas\u201d e daqueles que n\u00e3o se querem esfor\u00e7ar na parentalidade: O caso da ado\u00e7\u00e3o. Aqui reside, verdadeiramente, o exemplo para se explicar aquilo que a Vida espera de n\u00f3s e o que devemos fazer a partir do momento em que temos um beb\u00e9 ou uma crian\u00e7a \u00e0 nossa responsabilidade. Da Paternidade podemos fugir, da Parentalidade n\u00e3o. A Parentalidade aceita-se. Podemos cometer erros (e j\u00e1 l\u00e1 iremos), mas continuamos ali, a fazer parte da vida daquela crian\u00e7a. Quem, por variadas raz\u00f5es, fugiu ap\u00f3s a nascen\u00e7a de um filho nunca poder\u00e1 dizer que \u00e9 ou foi Pai. N\u00e3o tem esse direito.<br \/><br \/>Voltando \u00e0 adop\u00e7\u00e3o, todos conhecemos hist\u00f3rias de sucesso de Parentalidade sem uma paternidade biol\u00f3gica associada. \u201c\u00c9 Pai quem cria\u201d, ouve-se vulgarmente por a\u00ed, mas reconhe\u00e7o nesta express\u00e3o popular, uma imensa sabedoria. Eu esticava ainda mais a corda dizendo que, s\u00f3 nos sentimos verdadeiramente Pais quando somos reconhecidos pelos nossos filhos. E para uma crian\u00e7a adoptada, aquelas duas pessoas (ou apenas uma) s\u00e3o tudo o que precisa de saber acerca das suas origens. <br \/><br \/>N\u00f3s vimos de uma constru\u00e7\u00e3o familiar, educacional e social. E quem nela participou \u00e9 que faz parte das nossas origens. E tamb\u00e9m \u00e9 isso que nos faz portugueses, espanh\u00f3is ou italianos. Esta narrativa sobre pessoas juntas em determinado momento, torna-se incontorn\u00e1vel. Somos uma hist\u00f3ria que acaba por ser desenhada por quem \u201cestava\u201d.<br \/><br \/>Sabiam que muito do stress latente (geracional) na Parentalidade deve-se ao facto de at\u00e9 h\u00e1 uns 100 anos a esta parte, os Pais escolhiam n\u00e3o se afei\u00e7oar muito aos seus filhos at\u00e9 \u00e0 idade dos seus 6 anos, pela alta probabilidade de morte infantil? Quereria isto dizer, que o amor era escasso nesta Parentalidade? Que os cuidados estavam essencialmente ligados \u00e0 sobreviv\u00eancia f\u00edsica? Que esta era uma escolha para uma certa prote\u00e7\u00e3o emocional dos Pais, em rela\u00e7\u00e3o h\u00e1 sempre presente cat\u00e1strofe da mortalidade infantil?<br \/><br \/>E tamb\u00e9m sabiam, que at\u00e9 h\u00e1 bem pouco tempo (menos de 30 anos) ainda se perguntava (nos hospitais e maternidades portuguesas) aos pais biol\u00f3gicos de um beb\u00e9 com defici\u00eancia, se o queriam levar ou deixar para tr\u00e1s para adopa\u00e7\u00e3o ou institucionaliza\u00e7\u00e3o? <br \/><br \/>\u2026 e chamam a isto uma civiliza\u00e7\u00e3o evolu\u00edda? Temos tanto caminho a fazer que, da minha parte, apenas tento pensar pela minha cabe\u00e7a e n\u00e3o pelas regras desta sociedade.<br \/><br \/>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br \/><br \/>\u00c9 verdade! N\u00e3o nascemos ensinados a ser pais, mas o \u201cmundo moderno\u201d tem conseguido produzir literatura que nos vem ajudando a integrar mais amor e a procurar uma maior conex\u00e3o com os nossos filhos. Mas o meu olhar j\u00e1 se prendeu numa quest\u00e3o que tem vindo a ser negligenciada: E como \u00e9 que aprendemos a ser irm\u00e3os? Todos sabemos que os irm\u00e3os se relacionam por inspira\u00e7\u00e3o do que observam \u00e0 sua volta. Primeiro, olhando e imitando, o que ser\u00e1 a rela\u00e7\u00e3o entre duas pessoas adultas: os pais. As crian\u00e7as n\u00e3o sabem descontar o facto de aquela ser uma rela\u00e7\u00e3o amoroso-rom\u00e2ntica. Esta c\u00f3pia de comportamentos, tamb\u00e9m se d\u00e1 atrav\u00e9s das rela\u00e7\u00f5es entre irm\u00e3os-amigos, irm\u00e3os-vizinhos (cada vez menos) e irm\u00e3os na escola. Escusado ser\u00e1 dizer que toda esta observa\u00e7\u00e3o de irm\u00e3os tem uma pr\u00e9-influ\u00eancia dos respectivos Pais.<br \/><br \/>Infelizmente o n\u00famero de fam\u00edlias com dois ou mais filhos tem vindo a decrescer gravemente.<br \/><br \/>E \u00e9 aqui que ainda vejo os maiores atrasos na Parentalidade. A aus\u00eancia desta componente de se ensinar a ser irm\u00e3o. E como somos cada vez mais filhos-\u00fanicos, porque n\u00e3o, ensinar a ser amigo. E abandonar um pouco a for\u00e7a que se faz para educar para a sobreviv\u00eancia. Sendo \u00fatil em alguns aspectos, noutros, menos bem explicados, chocam com os valores da partilha e da conviv\u00eancia pac\u00edfica com os outros. Todos temos amigos que s\u00e3o como irm\u00e3os. Os fundamentos s\u00e3o os mesmos.<br \/><br \/>No caso em que um dos irm\u00e3os \u00e9 portador de uma defici\u00eancia f\u00edsica ou cognitiva, ainda mais urgente \u00e9 produzir-se conhecimento acerca da forma como queremos influenciar pela positiva um relacionamento entre irm\u00e3os. Temos de ter consci\u00eancia do qu\u00e3o desafiante \u00e9 para um irm\u00e3o sem defici\u00eancia, ter de aprender sozinho a lidar com a experi\u00eancia \u00fanica que \u00e9 crescer com um irm\u00e3o portador de defici\u00eancia.<br \/><br \/>Nada do que observa nos outros pares de irm\u00e3os, sem que sejam portadores de defici\u00eancia, o ajudar\u00e1 neste caminho. E quando pensamos no flagelo que \u00e9 o bullying nas escolas e n\u00e3o s\u00f3, imaginamos o factor multiplicativo de dificuldade na vida destes irm\u00e3os. N\u00e3o podemos varrer este assunto para debaixo do tapete: se os respectivos Pais n\u00e3o sabem lidar perante familiares, amigos, colegas de trabalho, entre outros ambientes, deixando escorregar rapidamente para o ba\u00fa dos assuntos tabu. Agora imaginem o exemplo de fraqueza e desamparo que estes Pais est\u00e3o a ser para o filho sem defici\u00eancia&#8230;<br \/><br \/>Se reduzirmos todas as rela\u00e7\u00f5es humanas a uma f\u00f3rmula surpreendentemente simples que \u00e9: somos todos seres \u00fanicos \u00e0 procura de amar e ser amados. A \u00eanfase nas diferen\u00e7as n\u00e3o contribui em nada para a experi\u00eancia humana da vida. E se queremos aproveitar ao m\u00e1ximo esta experi\u00eancia humana, devemos integrar, sem restri\u00e7\u00f5es ou atritos, tudo o que nos rodeia.<br \/><br \/>Estranhar \u00e9 apenas um estado tempor\u00e1rio de pr\u00e9-integra\u00e7\u00e3o e sabedoria maior. N\u00e3o deve ser contornado ou evitado. \u00c9 urgente que o nosso bem-estar deixe de depender tanto da normalidade. Do que \u00e9 conhecido. Daquilo que, ou nos oferece dopamina ou abandonamos como n\u00e3o fazendo parte da nossa \u201cascens\u00e3o\u201d.<br \/><br \/>Pessoas, coisas, lugares\u2026 n\u00e3o s\u00e3o maus de per si. S\u00e3o o que a nossa rela\u00e7\u00e3o com eles assim o ditar. At\u00e9 a nossa rela\u00e7\u00e3o com uma mem\u00f3ria influencia o nosso bem-estar. Ensinemos os nossos filhos a relacionarem-se de forma positiva e construtiva com tudo o que os rodeia. No topo desta lista, est\u00e3o, como \u00e9 \u00f3bvio, os irm\u00e3os portadores de defici\u00eancia e depois os outros irm\u00e3os. \u00c9 preciso deixar de promover a rela\u00e7\u00e3o entre irm\u00e3os atrav\u00e9s dos Pais. <br \/><br \/>Os Pais morrem e os irm\u00e3os ficam. E s\u00e3o estes que v\u00e3o ser o verdadeiro legado de uma fam\u00edlia.<br \/><br \/>Sejam atentos!<br \/>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>J\u00e1 estou fartinho de evangelizar esta ideia sobre a profunda diferen\u00e7a entre a Paternidade e a Parentalidade. 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